sexta-feira, 15 de agosto de 2008

She’s only happy in the sun!


I know you may not want to see me
On your way down from the clouds
Would you hear me if I told you
That my heart is with you now
She’s only happy in the sun
Did you find what you were after
The pain and the laghter brought
You to your knees
But if the sun sets you free
You’ll be free indeed
She’s only happy in the sun
Every time I hear you laughing
It makes me cry
Like the story of life
Is hello goodbye
She’s only happy in the sun

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Sorte ou Azar


Era uma vez um menino pobre que morava na China e estava sentado na calçada do lado de fora da sua casa. O que ele mais desejava era ter um cavalo, mas não tinha dinheiro. Justamente nesta dia passou em sua rua uma cavalaria, que levava um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, sabendo do desejo do menino, perguntou se ele queria o cavalinho. Exultante o menino aceitou. Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: “Seu filho é de sorte!” “Por quê?”, perguntou o pai. “Ora”, disse ele, “seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele ganha um potrinho. Não é uma sorte?” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, comentou o pai.
O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho diz: “Seu filho é azarento, hein? Ele ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, repetiu o pai.
O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: “Seu filho é de sorte! Ganha um potrinho, cria, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens.” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, responde novamente o pai. Mais tarde, o rapaz estava treinando um dos cavalos, quando cai e quebra a perna. Vem o vizinho: “Seu filho é de azar! o cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e quebra a perna.” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, insiste o pai.
Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho: “Seu filho é de sorte…”
Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.
Do livro: O Sucesso não Ocorre por Acaso – Dr. Lair Ribeiro – Ed. Objetiva

domingo, 3 de agosto de 2008

muda mundo mudo


O Mudo muda.

O Mundo mudo

Muda o mudo

Muda o mundo

Mudo mundo.

Mundo mudo, muda !?

Muda mudo, o mundo !?

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Persistir…


Não havia nada que eu pudesse fazer, mas fiz;
Alcançar tal coisa era impossível, eu a busquei.
Não havia mais esperança, eu a mantive
Não restava tempo para mais nada,mas eu lutei até a ultima hora;
Não queriam, mas eu insisti.
A ultima palavra havia sido dada, mas eu ainda falei…
Enfim, estou passando pela vida e tudo vai acontecendo,
Portas se fechando, e eu as abrindo…
E a felicidade esta em mim.
Pois, se nada tenho, por tudo lutei;
E, sem me arrepender de nada…
No futuro poderei dizer: TENTEI!..
Só sei que estou numa constante fase de adaptações, tudo acontecendo ao meu redor…., fatos que eu não escolhi, mas que é o que realmente preciso.
Descobri dons nunca antes assumido por mim. Dessa maneira descobri que minha passagem pelo mundo não será em vão , pois sei que todas as pessoas que passaram tiveram sua oportunidade de receber uma esperança.
Como tudo na vida uns aproveitam mais do que os outros, mas fico muito feliz de minhas palavras significarem muito, pois os meus gestos e palavras são um retrato do meu ser.
E o maior ensinamento que aprendi com a vida, é que a vida te trata do jeito que vc se trata….agora eu digo sim pra tudo na vida…. e com isso me torno em paz com minha conciência e eternamente feliz!!!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Exclusivismo provocado!

Posto-me diante da certeza convincente. Alegro-me com a sinceridade cruel, e a prefiro. Regozijo-me quando em um ato exaltado diz o que pensas sem pensar. Entretanto, consome o meu ser quando fala presumidamente, e o que é ainda pior presume o oposto aos fatos. Então dicemina esta lastima deplorável. Explicações repletas das suas verdades, nas quais eu não acredito, e fazendo-me sentir como um idiota completo, simplesmente por alguém achar que eu acreditaria em tais inverdades.
Tolices… Sempre soube de toda a verdade, sempre esteve na mente a realidade, apenas não quis trazer à tona, pois estava mais confortavél assim, todavia sentia-se mal e este sentimento acumulativo chega ao seu ápice, e conseguindo chegar a este momento extremo sem desfalecer, o condutor, a mente e a razão chegam a uma “consonância” e se preparam para enfrentar novamente a pusilanimidade que agora já não é tão dominante assim. E para tal feito um mecanismo de defesa é ativado. Os pensamentos exalam egoísmo. Também não é pra menos em pouco tempo recebeu várias descargas de decepção e sempre em seguida uma dose externa de indiferença. E preparada para não sofrer, a mente em um ato contínuo produz uma tempestade de altruísmo, a seguir o hemisfério direito da massa craniana parece se revestir por uma camada espessa defensiva, e nada mais consegue atingi-lo. Mesmo as palavras interpretadas como verdadeiras, não são capazes de mudar este estado, que neste momento está voltado unicamente para o exclusivismo, e assim permanece até que o cérebro perceba que a ameaça de sofrimento esteja dispersa. Só então pensa racionalmente e decide o que é momentaneamente melhor. Mas a mente neste ponto, já não é mais a mesma, está preparada para reagir quando necessário e ativar novamente o mecanismo de sobrevivência que, resistindo a cada nova batalha se faz mais forte.
E assim o será sempre, enquanto sobreviver…

Exclusivismo provocado!

Posto-me diante da certeza convincente. Alegro-me com a sinceridade cruel, e a prefiro. Regozijo-me quando em um ato exaltado diz o que pensas sem pensar. Entretanto, consome o meu ser quando fala presumidamente, e o que é ainda pior presume o oposto aos fatos. Então dicemina esta lastima deplorável. Explicações repletas das suas verdades, nas quais eu não acredito, e fazendo-me sentir como um idiota completo, simplesmente por alguém achar que eu acreditaria em tais inverdades.
Tolices… Sempre soube de toda a verdade, sempre esteve na mente a realidade, apenas não quis trazer à tona, pois estava mais confortavél assim, todavia sentia-se mal e este sentimento acumulativo chega ao seu ápice, e conseguindo chegar a este momento extremo sem desfalecer, o condutor, a mente e a razão chegam a uma “consonância” e se preparam para enfrentar novamente a pusilanimidade que agora já não é tão dominante assim. E para tal feito um mecanismo de defesa é ativado. Os pensamentos exalam egoísmo. Também não é pra menos em pouco tempo recebeu várias descargas de decepção e sempre em seguida uma dose externa de indiferença. E preparada para não sofrer, a mente em um ato contínuo produz uma tempestade de altruísmo, a seguir o hemisfério direito da massa craniana parece se revestir por uma camada espessa defensiva, e nada mais consegue atingi-lo. Mesmo as palavras interpretadas como verdadeiras, não são capazes de mudar este estado, que neste momento está voltado unicamente para o exclusivismo, e assim permanece até que o cérebro perceba que a ameaça de sofrimento esteja dispersa. Só então pensa racionalmente e decide o que é momentaneamente melhor. Mas a mente neste ponto, já não é mais a mesma, está preparada para reagir quando necessário e ativar novamente o mecanismo de sobrevivência que, resistindo a cada nova batalha se faz mais forte.
E assim o será sempre, enquanto sobreviver…

Cinquenta em cinco 5/50

Cinco dias.... o que pode ser feito nesse período?   Einstein falou da relatividade do tempo, ele explicou sistematicamente como o espaço-te...